Vinho rosé e queijo harmonizam?

Vinho rosé e queijo harmonizam?

Apesar dos vinhos brancos tradicionalmente se saírem melhor, o rosé também tem seu espaço

Sal e tanino nem sempre é uma combinação muito agradável, pois torna os sabores amargos. Essa é uma das razões para que os vinhos brancos combinem melhor que os tintos com queijos. Mas se você não quer partir para um branco e também não está inclinado a um tinto, que tal ir para o “meio termo” dos rosés?

Pois um rosado vai se comportar muito bem com uma grande variedade de queijos, sustentando a textura dos mais frescos e equilibrando o sal dos mais curados.

O frescor da acidez dos rosés, assim como o toque de mineralidade de alguns, combinará sobremaneira com queijos de massa mole e também alguns duros, indo do Brie até os Fontina, passando por Gouda, Cheddar e Asiago, entre tantos outros.

A sutileza dos taninos não vai brigar com os mais salgados como os parmesãos, por exemplo, e, de certa forma, ainda pode sustentar os azuis. A gama de combinações (nem sempre perfeitas, mas bastante boas) faz com que os rosés sejam extremamente ecléticos ao lado de uma tábua de queijos.

Sugestão da Overwine

Vinho Rosé Quinta da Folgorosa

Vinho Rosé Quinta da Folgorosa 750ml - Overwine

Um bonito tom rosé pálido e aromas frescos a morangos e outros frutos do bosque fazem deste vinho a companhia perfeita para os nossos melhores momentos.

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Marca: Folgorosa
Tipo: Rose
Ano de colheita: 2019
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Castelão
Região: Torres Vedras
Denominação de Origem: Vinho Regional Lisboa
Produtor: Soc. Agr. Quinta da Folgorosa, Lda.
Enólogos: Diogo Pereira e José Melícias
Álcool (%/vol): 13,0
Açucares totais (g/L): 0,6
Clima: Temperado, com influência atlântica moderada
Solos: Argilo-calcários, profundos
Vinificação: Em cubas de aço inoxidável, a temperatura controlada
Estágio: Em depósitos de aço inoxidável
Cor: Rose pálido
Aroma: Morangos e outros frutos do bosque
Sabor: Fresco e equilibrado
Final de boca: Harmonioso e persistente
Temperatura de serviço recomendada (°C): 10
Indicações gastronômicas: Muito bom para acompanhar comida
ou para ser bebido sozinho
Consumo/Longevidade: Agora e durante os próximos 3 anos
Armazenamento Recomendado: Deitado, em ambiente com
luminosidade reduzida, fresco e com estabilidade térmica

 

Agora que você já sabe, vem fazer parte deste mundo de saberes e sabores…🥰🍷

Diferença entre enólogo, sommelier e enófilo

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Você sabe o que é um vinho reserva?

VINHO RESERVA

Você sabe o que é um vinho reserva?

É muito comum encontrar esse termo nos rótulos, mas nem todo mundo sabe o que faz com que uma garrafa seja inclusa nessa categoria.
O “reserva” faz parte de uma série de informações que compõem o rótulo das garrafas de vinho. Certamente, está ali por um motivo!

Então o que tem de especial no vinho reserva?

O vinho reserva provavelmente passou por um período de amadurecimento em barris de carvalho.
Então se você conhece o modo de produção dos vinhos, sabe que os barris indicam um processo mais manual e demorado. Ou seja, que precisou de mais atenção! Então as peculiaridades de um vinho reserva não vem apendas desse período de amadurecimento, mas, também têm maior tempo de envelhecimento em suas garrafas.
Sendo assim, ambos os processos fazem com que, de certa forma, os vinhos sejam “amaciado” após todas as etapas da vinificação.
No caso do amadurecimento em barris de carvalho, o tempo serve principalmente para aprimorar os aromas, taninos e sabores da bebida. Além disso, também ajuda a preservar a estrutura e longevidade do vinho, reduzir a acidez e a adstringência.
Para que se enquadre na categoria de Reserva, esse vinho deve estagiar no carvalho por um tempo que varia de país para país. Sendo assim, existe a premissa de que esses vinhos passam por um “tratamento VIP” durante todo. o processo de produção. Assim, você pode esperar que a colheita e seleção de uvas, toda a vinificação, envelhecimento e amadurecimento foram feitos de forma especial, diferente dos demais vinhos.

E por que os vinhos reserva são mais caros?

Segundo o que você leu acima, todo o processo de fabricação de um vinho reserva é diferenciado. Desde a escolha das uvas até o período de envelhecimento e amadurecimento em barris de carvalho, o tratamento especial faz com que o custo de produção seja elevado. Além disso, vale mencionar que os barris de carvalho também são equipamentos com custo elevado e vida útil menor.
Todos esses requisitos fazem com que o custo de fabricação seja maior. Logo, o preço é repassado para a taxa final a ser paga pelo consumidor. Além disso, precisamos incluir no valor os impostos de cada país, seja de venda no comércio ou importação e exportação.
Mas em uma coisa você pode acreditar: caso você goste de saborear vinhos diferentes, vale a pena se aventurar pelo mundo dos vinhos reserva para perceber as diferenças entre as versões comuns da garrafa!
Caso você ainda tenha dúvidas sobre o tema, deixe o seu comentário no espaço abaixo. E se você gostou, compartilhe o conteúdo em redes sociais.
Obrigado e até a próxima!
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O vinho faz bem ao coração? Saiba agora

Saborear uma boa taça de vinho com uma boa companhia e uma comida apetitosa certamente é uma experiência gratificante. Porém, poderia ser ainda melhor se ajudasse a melhorar a saúde, não é mesmo? Neste texto, vamos investigar se a crença popular de que vinho faz bem para o coração é real.

As propriedades do vinho e seus impactos no organismo — especialmente nas doenças cardiovasculares — foram e ainda são alvo de diversos estudos científicos. Por isso, há uma ampla gama de conhecimento para estabelecer uma resposta a este questionamento.

O vinho faz bem para o coração?

O que se sabe sobre a ação do vinho na saúde é que ele pode prevenir doenças cardiovasculares, diminuir a pressão, ajudar a controlar o colesterol e até proteger de alguns tipos de câncer.

A fonte principal de tantos benefícios está em uma molécula chamada resveratrol. O nome pode até parecer complicado em um primeiro momento, mas você vai querer conhecer a fundo as propriedades desse polifenol que já foi tido como milagroso!

Presente na semente da uva, na película de uvas e vinhos tintos, essa substância atua na redução das lipoproteínas de alta densidade (conhecidas como colesterol LDL) e aumenta o colesterol de baixa densidade (colesterol HDL).

Por isso, impede a formação de placas de gordura nas artérias e vasos sanguíneos, e melhora a elasticidade das veias e a circulação. Dessa forma, evita infartos, entupimento das artérias e outras doenças graves relacionadas ao coração.

Segundo uma pesquisa da Queen Mary University of London publicada na revista Nature, o vinho tinto também consegue reduzir a síntese de Endothelyn 1 (também conhecido como E-1), um peptídeo vasoativo que é crucial para o desenvolvimento de aterosclerose coronária.

Quando ingeridas diariamente, pequenas quantidades de vinho tinto também têm impactos positivos na saúde. A American Heart Association descobriu que esse hábito pode reduzir em até 30% o risco de infarto e em até 40% a possibilidade de desenvolvimento de diabetes.

O vinho pode retardar o envelhecimento?

O resveratrol é um antioxidante poderoso e também atua evitando o envelhecimento precoce. Por isso, o consumo moderado de vinho é indicado como uma das formas de prolongar a juventude. Porém, apesar de já haver estudos analisando a ação da molécula em animais, ainda faltam informações científicas sobre a ação da substância no envelhecimento humano.

O que se sabe é que as populações que vivem em áreas produtoras de vinho têm expectativas de vida maiores do que a população em geral, podendo variar até 45%. Diversos estudos com metodologias diferentes já comprovaram essa tendência.

Já os polifenóis do vinho — como a catequina e o ácido gálico — combatem os radicais livres e retardam o envelhecimento em razão da sua ação antioxidante, além de trazerem benefícios como:

  • melhorar a atenção;
  • melhorar a comunicação durante o envelhecimento;
  • acalmar e reduzir a agitação;
  • reduzir a incidência de incontinência urinária.

Quais os melhores vinhos para proteger o coração?

O vinho branco possui uma boa quantidade de antioxidantes, mas o vinho tinto se destaca no quesito benefícios à saúde, devido à maior concentração de resveratrol nas uvas utilizadas na bebida.

É importante ressaltar que os benefícios são diferentes conforme a qualidade ou variedade do vinho. Por exemplo, opções com açúcar adicionado e de baixa qualidade não impactam positivamente o organismo, já que o açúcar é uma substância prejudicial à saúde. Ou seja: escolher bons rótulos faz toda a diferença.

Qual é a importância de fazer o consumo moderado?

Embora já esteja comprovado que o vinho tinto realmente faz bem à saúde, todos os pesquisadores ressaltam que o consumo deve ser moderado. Porém, não há uma quantidade estabelecida para aproveitar os benefícios: algo em torno de uma taça por dia para mulheres e duas para homens parece o ideal.

Além disso, o consumo regular parece fazer diferença. Em entrevista à CNN, o pesquisador da Universidade de Harvard Eric Ramm avisa que ingerir uma garrafa inteira de vinho em um sábado à noite não tem os mesmos efeitos de beber pequenas quantidades diariamente.

Os apreciadores de um bom vinho certamente ficam contentes ao averiguar que a bebida tem tantas propriedades benéficas ao organismo. Todavia, é preciso ficar atento, já que ingerir boas variedades da bebida em quantidades pequenas todos os dias parece fazer a diferença para aproveitar os benefícios.

Confira os Benefícios! 

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Porque o vinho é a bebida da quarentena?

Vinho bebida da quarentena

Vinho, a Bebida da Quarentena!

Você tem a impressão de que todos os dias pelo menos um contato de uma das suas redes sociais faz uma postagem dizendo que está bebendo vinho, mostrando uma bela taça cheia ou uma garrafa pela metade?

Bom, talvez não seja apenas impressão. Lojas virtuais, importadoras e produtores da bebida perceberam aumento na venda para o consumidor final desde que as medidas de distanciamento social começaram a ser implementadas para conter a disseminação de Covid-19 no Brasil. Em casa, os fãs da bebida têm ampliado o número de pedidos online, por isso o vinho tem sido a bebida da quarentena. Muitas empresas de e-commerce tem registrado altos índices de vendas no período desta quarentena.

Para especialistas o mercado de vinho é resiliente em crises e tende a não sofrer retração em volume, apesar das transformações de perfis e ocasiões de consumo. O que acontece atualmente pode ser visto como grande oportunidade para as empresas. Há essa massa de consumidores que estão descobrindo o vinho e clientes que não compravam online e estão começando a se habituar. Os desafios serão a adaptação a uma nova realidade, com tendências diferentes e com um consumidor mais exigente na jornada digital.

O que diz os psicanalistas?

Com mais vendas aqui ou ali, o vinho está mesmo nas casas de todos. E, do ponto de vista da psicanálise, isso é bastante compreensível.

A situação de isolamento social exige renúncia ao prazer – do convívio social, do trabalho etc. Mas o ser humano não renuncia, ele compensa”, explica Daniel Kupermann, psicanalista e professor do instituto de psicologia da USP (Universidade de São Paulo). “Compensamos criando outros prazeres: como beber mais vinho.” Além disso, segundo ele, o álcool pode promover um relaxamento e age como uma válvula de escape. É claro que é necessário ficar atento às quantidades. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda não mais do que 240 ml de vinho para homens e 120 ml para mulheres diariamente. “Conhecemos alguns benefícios do vinho tinto, com polifenóis que ajudam em doenças cardiovasculares. O consumo, porém, precisa ser adequado”, diz Maria Fernanda Vischi D’Ottavio, nutricionista do HCor, em São Paulo. Segundo ela, o álcool é vilão na questão obesidade (que tem se mostrado fator de risco para Covid-19), por ser considerado caloria vazia. “E o vinho é sempre acompanhado de queijo ou de um snack mais pesado”, completa. Ou seja, comedimento é a palavra-chave. “A bebida moderada nesse momento é compreensível, mas cada um deve respeitar suas restrições. Se ela não comprometer a saúde da pessoa e da sua capacidade social e de trabalho, não há, a princípio, problema.”

Quantas vezes buscamos um vinho para consumir ou dar de presente e não temos em casa? Principalmente agora, em um momento em que praticamente todo o Brasil está vivendo em quarentena. Aqui você irá encontrar sugestões riquíssimas de vinhos a apreciar em suas harmonizações e brindes com seus familiares e amigos!

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O vinho deve ser servido em temperatura ambiente?

Temperatura do Vinho Servido

O vinho deve ser servido em temperatura ambiente? Não necessariamente. Servir um vinho tinto em temperatura ambiente de 30ºC, por exemplo, é jogar bebida fora.

Uma das grandes confusões criadas quando a cultura do vinho começou a se espalhar pelo Brasil é precisamente a da temperatura para conservar e servir os vinhos. Como uma grande parte dessa cultura é passada de boca em boca, chegou até nós a crença de que os vinhos tintos devem ser servidos na temperatura ambiente. Mas isso veio dos países europeus, onde a temperatura média é consideravelmente mais baixa do que a nossa.

Assim, servir um vinho tinto encorpado em um dia de calor tropical exige resfriamento e a simples pergunta: temperatura ambiente de onde?

Por que cuidar da temperatura?

Vamos usar um exemplo bem comum às nossas mesas: a cerveja. É comum ouvir que a cerveja deve ser “estupidamente” gelada e que os ingleses gostam de cerveja quente. Pois bem, qualquer coisa estupidamente gelada tem praticamente o mesmo efeito na boca: apaga a sensibilidade das papilas gustativas e só o que se percebe é que é algo gelado. Por isso, as cervejas têm também temperaturas corretas para serem apreciadas, senão o trabalho do mestre cervejeiro vai apenas por goela abaixo, sem nenhum prazer.

Na Inglaterra, o que acontece é que as cervejas são, em sua maioria, mais encorpadas, e se pensarmos que o país é mais frio e úmido do que o nosso, automaticamente a temperatura de serviço sobe um pouco. No restaurante, se o vinho vier direto da prateleira, peça um balde com água e gelo e dê um choque térmico na garrafa.

O cuidado com a temperatura é essencial para preservar aquilo que um vinho tem de melhor, seja seu frescor, sua acidez ou seu corpo. Isso fica simples ao pensarmos nos espumantes. Ninguém toma Champagne ou Prosecco sem gelar a garrafa, certo? A acidez e o frescor nesses casos são alavancados pela temperatura, que também pode fazer o inverso: caso estejam muito gelados, os espumantes vão tender para o amargor.

O mesmo acontece ao gelar demais um vinho tinto, quando os taninos farão o vinho parecer amargo. Isso é fácil de perceber, pois, no caso dos tintos, apenas dois graus de temperatura acima já deixarão o líquido mais “macio”.

Quais são as temperaturas corretas?

Pensando que no Brasil a temperatura na maioria dos lugares frequentemente está acima dos 20ºC, em temperatura ambiente praticamente nenhum vinho poderia ser tomado. Incrível, não é?

A temperatura dos vinhos tintos mais densos – como vários de Portugal, Argentina e da Itália – precisam estar entre 18 e 20ºC e, conforme vão ficando mais leves, delicados e frutados, a temperatura vai caindo para 16 e 14ºC. Abaixo disso, o amargor começa a ser muito pronunciado, encobrindo a fruta, e o vinho muda para pior.

Se você estiver em um restaurante e o vinho tinto vier direto de uma prateleira interna para a sua mesa, não tenha vergonha, peça um balde com água e gelo e dê um choque térmico na garrafa de pouco mais de cinco minutos. Isso deve bastar se a temperatura do restaurante não estiver muito alta. Se ela for de mais de 25ºC, sirva uma taça para cada pessoa e volte a garrafa para o balde por mais alguns minutos.

Em casa é mais fácil, mesmo com o calor externo. Coloque a garrafa de vinho tinto na porta da geladeira ou na prateleira mais baixa por uns 20/25 minutos antes de servir, assim ela deverá alcançar uma temperatura que valorize o líquido. Leve em consideração que a maioria das geladeiras é capaz de abaixar a temperatura de um líquido em 2 graus a cada 10 minutos.

Brancos geladinhos!

Use gelo e água, pois ela envolve toda a garrafa.

Com nosso clima tropical e nosso gosto pelas celebrações, os vinhos brancos e espumantes deveriam ser parte maior de nossas refeições. Pois eles são, em geral, mais leves, frescos e ácidos, combinando com muitos de nossos pratos.

Mas, como o consumidor ainda não lhes dá a devida atenção, muitos restaurantes nem colocam os brancos em suas adegas climatizadas; assim, quando o pedido é feito, chega o balde à mesa e o vinho em temperatura ambiente.

Seja no restaurante ou em casa, a regra será a mesma para sair de 25ºC e chegar aos 6 ou 8ºC (que a maioria dos brancos necessita para ser apreciado), vai levar uns 30 minutos ao menos em um balde bem cheio de água e gelo. Mas, se você se programou antes, pode colocar as garrafas de brancos e espumantes na parte baixa da geladeira por algumas horas antes da festa. Quinze minutos antes de receber seus convidados, passe as garrafas para o balde com gelo e água, e eles estarão perfeitos.

Somente os vinhos brancos (em geral da uva Chardonnay e amadurecidos em barricas) mais encorpados é que podem ser servidos em temperaturas ligeiramente mais altas (em torno de 10ºC). Os outros precisam de mais frio para se mostrarem melhor e terem sua acidez valorizada (não esqueça que o excesso de frio fecha os aromas dos vinhos).

Os espumantes seguem a mesma regra dos brancos, a não ser os meio doces ou doces (como os da uva Moscatel, por exemplo), que devem ser servidos com a temperatura um pouco mais frios, em torno de 5ºC. Por fim, os vinhos rosados respeitam uma regra de coloração e método. Embora em sua maioria devam ser servidos na mesma temperatura que os brancos (em torno de 7ºC), para aqueles rosés de cor mais escura (quando, em geral, ocorre um maior contato das cascas com o sumo da uva) a temperatura pode ser um pouco mais alta, por volta de 11ºC.

Uma vez que você faça o teste de provar um vinho em sua temperatura correta e naquela que não o valoriza, perceberá a importância dessas regras.

A temperatura certa:

Espumantes (em torno de 5ºC)

Brancos (de 6° a 8ºC)

Rosés (de 7° a 11ºC)

Tintos leves (de 14° a 16ºC)

Tintos médios (de 16° a 18°C)

Tintos encorpados (de 18° a 20ºC)

Gostou das dicas! Então aproveite um bom vinho e saúde!!!

 

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Mais artigos: Vinho um aliado contra a Covid-19

Vinho um aliado contra a Covid-19

vinho covid

Será o Vinho, um aliado contra o covid-19?

Nesta época de pandemia, à medida que o distanciamento social se estabelece, aumenta também o consumo de álcool. Certamente uma taça de vinho tinto pode ser um aliado, mas o abuso desse ou de outras bebidas, como as destiladas, pode suprimir as respostas imunológicas e deixar você mais vulnerável a doença.

Os alimentos ricos em polifenóis são sempre bons para a saúde, mas agora pesquisas sérias analisam o papel deles no combate ao coronavírus.

Confira os benefícios do vinho para a parte imunológica.

Vinho: ação imunológica, bactericida e antiviral.

Há um elemento nas uvas que aumenta sua sobrevivência e resistência às doenças e problemas ambientais. É o resveratrol. Está bem estabelecido pela ciência que ele tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatória, cardio protetora, antienvelhecimento e anticancerígena, promovendo:

Confira os Benefícios!

•melhora do sistema imunológico ativando NKs (natural killer) e supressão da expressão de genes inflamatórios.

•inibição de infecção e supressão da replicação do RNA de coronavírus (MERS-COV), além de aumentar a resistência da célula.

•antiagregação plaquetária, reduzindo risco de coágulo e trombose, presente em estágios avançados de Covid-19.

•reparação do dano oxidativo no DNA das células.

•inibição da replicação do vírus A da influenza em animais, sugerindo que pode ser valioso como uma medicação anti-influenza.

•no intestino, os polifenóis ajudam a apoiar bactérias intestinais benéficas, inibindo espécies patogênicas. Isso é importante porque a saúde intestinal, ou a falta dela, também pode aumentar a vulnerabilidade aos vírus.

– Antocianidinas

Classe de flavanoides que protege seu corpo contra degeneração celular. Trata-se de um pigmento roxo da casca da uva, influenciando a imunidade da seguinte forma:

•ação anti-inflamatória, antioxidante, antimicrobiana e antiviral.

•inibe a formação de coágulos sanguíneos.

•aumenta a produção de óxido nítrico.

•gera um subproduto, o ácido ferrúlico, que tem grande impacto na destruição viral.

•previne e controla resistência à insulina e diabetes, fatores que predispõem ao Covid-19.

– Rutina

Bioflavanoide potencializador da ação da vitamina C, evitando sua oxidação e prolongando o efeito. Aumenta a resistência a infecções e resfriados. A maior fonte de rutina são as uvas escuras e, portanto, os vinhos tintos.

– Quercetina

Um flavanoide antioxidante, anti-inflamatório com altíssima capacidade antiviral e estimulante imunológico. Eficiente contra gripe comum, SARS e Covid-19. Sua ação ocorre de 3 maneiras:

•inibe a capacidade do vírus de infectar a célula

•reduz a replicação de células que já estão infectadas

•reduz a resistência de células infectadas aos tratamentos e medicações antivirais

– Hesperidina e Diosmina

Flavanoides abundantes no caroço e casca da uva, se mostram efetivos contra uma proteína-alvo, a M (pro), responsável por ajudar o coronavírus a se reproduzir.

Agora a boa notícia! Consumir, no caso dos homens, 2 taças de vinho por dia, e, no caso das mulheres, 1 taça, não compromete a saúde. Aliás, só melhora, inclusive sua resposta imunológica. Porém, o aumento do uso de álcool por dias ou semanas pode suprimir seus benefícios. Lembre-se: sempre com moderação!

Super saúde!

Autor: WILSON RONDÓ JUNIOR – fonte: Jornal do Brasil

Dr. Wilson Rondó Jr. iniciou sua carreira como cirurgião vascular, e trabalhou como residente na Clinique du Mail – La Rochelle, França.

Dedicou-se particularmente à Medicina Preventiva Molecular, especializando-se em Terapias Antioxidantes pelo The Robert W. Bradford Institute, nos Estados Unidos. Graduado pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1983, é membro e colaborador do American College of Advancement in Medicine além de outras instituições no Brasil e no exterior.

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Referências bibliográficas:

• Pré-impressões em 21 de março de 2020

• J Med Food 2018 de agosto; 21 (8): 777-784

•Frente. Nutr., 21 de setembro de 2018

• A conversa em 19 de março de 2020

• Front Immunol. 2018; 9: 1830

• Eur J Clin Nutr. Março de 2015; 69 (3): 373-9

• Revisão Cochrane 3 de fevereiro de 2015

Torres Vedras Cidade Europeia do Vinho

vinícola alenquer

Num universo de quase meia centena de países que produzem vinhos, temos Portugal entre os 10 maiores países produtores de vinho!

A qualidade e carácter único dos seus vinhos fazem de Portugal uma referência entre os principais países produtores, com um lugar destacado e em crescimento.

Cidade Europeia do Vinho

O título Cidade Europeia do Vinho, é um reconhecimento europeu pela enorme importância que a produção vitivinícola na área tem para o panorama dos vinhos portugueses.

E em 2018,  este reconhecimento foi atribuído pela RECEVIN – Rede Européia de Cidades Vinícolas, aos municípios de Torres Vedras e Alenquer, um dos maiores produtores da região vitivinícola de Lisboa, onde é produzido nosso vinho Velha – Árvore.

Motivo de muito orgulho, que resulta no reconhecimento deste território, adegas cooperativas, quintas produtoras e milhares de pequenos agricultores, onde graças aos quais é possível produzir uva e vinho de qualidade.

Junto a este galardão, foi desenvolvido um extenso programa de ações e eventos de promoção da região, dos seus vinhos e do enoturismo, visando aumentar a sua notoriedade e valorização a nível nacional e internacional.

Sendo assim,hoje a atividade vitivinícola e o enoturismo são, essenciais para o desenvolvimento econômico da região.

Overwine – Vinhos de Portugal

E dentro deste programa, A Overseas traz ao Brasil sugestões riquíssimas de vinhos, após aterrizar nas terras de Cabral, e conhecer um incrível e simpático produtor José Melícias, fundador da Vitiscape, participante deste programa.

José Melícias tem uma história fantástica no vinho, profissional que cuida desde as sementes até o engarrafamento de todas as suas uvas (Castas em Portugal) e também acompanha seus apreciadores no Enoturismo, em Torres Vedras.

Com três séculos de história, onde o respeito pelas tradições é bem vivo e se reflete nos vinhos produzidos.

A atenção aos detalhes e o cuidado extremo na produção destes vinhos originam produtos com identidade bem marcada, mas com grande versatilidade, onde a tradição e a contemporaneidade combinam experiências únicas que surpreendem quem os visita.

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