Pandemia faz empresários italianos relembrarem as ‘Janelas de Vinho’, tradição do século XVII

janela de vinho

Pandemia faz empresários italianos relembrarem as ‘Janelas de Vinho’, tradição do século XVII

Em meio à pandemia de Covid-19, empresários e lojistas têm usado e abusado da criatividade para continuar fornecendo seus produtos e serviços, sempre em conformidade com as medidas de distanciamento social.

Cada vez mais inspirados, esses empreendedores vêm se reinventando todos os dias e quando novas ideias não aparecem, eles recorrem às velhas, que podem ser tão impactantes e bem boladas quanto no passado.

Um bom exemplo disso é uma lendária tradição de venda de vinhos que remonta ao século XVII.

As buchettes del vinos, ou ‘Janelas de Vinho’ foram muito utilizadas por vinicultores da Itália para vender vinho em plena pandemia de peste bubônica, que assolou a população mundial há cerca de quatrocentos anos atrás.

Agora, essas adoráveis ​​vitrines estão sendo usadas novamente para servir vinhos, coquetéis e outras bebidas aos clientes, mantendo o distanciamento social.

Prova da popularidade dessa iniciativa é que há até uma sociedade chamada ‘The Wine Windows Association’ cujo propósito é proteger e promover tal legado.

“Hoje, em meio à quarentena, os donos das janelas de vinho de Via dell’Isola delle Stinche na sorveteria Vivoli em Florença reativaram as vitrines para vender vinho, café e até sorvete. Duas outras vitrines próximas, a da Osteria delle Brache na Piazza Peruzzi e a de Babae na Piazza Santo Spirito , nos fizeram voltar no tempo ao serem usadas para seu propósito original – a venda de vinho socialmente distante”, escreveu a The Wine Windows Association em seu site oficial.

As primeiras janelas foram introduzidas na sociedade nos anos 1600.

De acordo com o site da The Wine Windows Association, Francesco Rondinelli, um estudioso e acadêmico florentino, durante a terrível epidemia de peste bubônica que ocorria na Europa naquela época, relatou que os vinicultores estavam vendendo seus produtos através das vitrines de seus palácios florentinos, cientes de que deveriam ficar distantes das pessoas infectadas e, assim, evitar o contágio.

Eles passavam seus produtos através das janelinhas e não recebiam o pagamento diretamente em suas mãos. Em vez disso, eles passavam um palete de metal para o cliente, que colocava as moedas nele e, em seguida, o vendedor as desinfetava com vinagre antes de coletá-las.

A cultura das ‘Janelas de Vinho’ voltou em 2015, mas tomou forma mesmo este ano, com a pandemia do novo coronavírus.

“Uma vez que as janelas têm centenas de anos (a maioria delas data dos anos 1500 e 1600), queremos preservá-las sempre que possível. Muitas foram perdidos, cobertas ou destruídas. Também fazemos pesquisas para aprender mais sobre seus usos. Também as estamos catalogando. Antes da formação da Associação, ninguém sabia quantas havia em Florença ou em outras cidades da Toscana”, disse Mary Forrest, porta-voz da Wine Windows Association.

Hoje, há apenas 4 ou 5 janelas históricas em uso, de um total de 150 apenas no centro de Florença!

“Os donos de restaurante que reviveram seu uso devem ser parabenizados por usar sua imaginação e originalidade”, acrescentou Mary Forrest.

“As janelas de vinho são uma característica arquitetônica única da Toscana e vale a pena procurá-las na próxima vez que você estiver em Florença”, concluiu.

 

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Além do Rio Rosé alcança ouro

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Fonte: https://www.memesdavida.com.br/pandemia-faz-empresarios-italianos-relembrarem-as-janelas-de-vinho-tradicao-do-seculo-xvii/

Além do Rio Rosé alcança ouro

Além do Rio Rosé alcança ouro

O Além do Rio Rosé 2018 foi distinguido com a medalha de ouro no 9º Festival de Vinhos Leves da Região de Lisboa, no Cadaval.

A Adega de Azueira esteve no presente festival, no passado 20 de Outubro, com o vinho Além do Rio Rosé, ao qual o mesmo recebeu a sua segunda medalha. No ano passado, este vinho já tinha conquistado a medalha de prata, mas foi neste ano que foi possível chegar ao ouro.

Este é considerado o único festival de Vinho Leve realizado em Portugal, acontece no Cadaval, durante a Festa das Adiafas. A Câmara Municipal do Cadaval, Associação de Municípios Portugueses do Vinho e a Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa são os organizadores deste festival.

 

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RF realiza maior operação da história no combate à entrada irregular de vinhos no país

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Fonte: https://adegadeazueira.com/2019/10/21/alem-do-rio-rose-chega-ao-ouro/

RF realiza maior operação da história no combate à entrada irregular de vinhos no país

RF realiza maior operação da história no combate à entrada irregular de vinhos no país

A Receita Federal realizou entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março a Operação Dionísio, a maior ação integrada para o combate a entrada irregular de bebidas alcóolicas na região da fronteira com a Argentina. Ao todo, foram apreendidas cerca de 22 mil garrafas de vinhos e espumantes no período, com ações direcionadas em depósitos, lojas, transportadoras e agências de correio, além de abordagens nas estradas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As garrafas apreendidas, algumas com valor de revenda no varejo próximos a R$ 2.000, têm um valor estimado de 4 milhões.

A ação contou com a participação de diversos outros órgãos de segurança, como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, e Polícias Militares do Paraná e Santa Catarina.
O chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal, auditor-fiscal Tsuyoshi Ueda, destacou a relevância da ação integrada para o sucesso da operação. “Quando somamos todo o conhecimento e experiência que cada órgão público tem em sua área de atuação, conseguimos resultados muito superiores. Esta é a maneira mais efetiva de combater o crime organizado. Também é importante destacar a troca de informações entre a Receita Federal e a Aduana Argentina, para termos uma fronteira mais segura”, destacou Ueda.

Como foi realizada a operação

A Receita Federal selecionou os alvos da ação baseado em dados coletados ao longo dos últimos meses e troca de informações com outros órgãos, que permitiram a localização de depósitos, transportadoras e lojas que infringiam a lei em suas atividades. Em Francisco Beltrão (PR), por exemplo, um estabelecimento que em tese seria uma fábrica de móveis era apenas a fachada para um depósito ilegal de bebidas.

Simultaneamente às ações nos estabelecimentos, os órgãos de segurança envolvidos na operação intensificaram a vigilância nas estradas da região Sul, o que resultou em apreensões significativas de garrafas de vinho tanto em veículos de passeio como de caminhões com destino a outras regiões do País. Um dos veículos de passeio apreendidos foi modificado com um dispositivo que liberava fumaça pela parte traseira para dificultar a perseguição durante uma eventual fuga.

A Receita Federal também realizou fiscalizações nas agências postais em busca de mercadorias enviadas sem os trâmites legais. Com o auxílio de escâneres portáteis, foram identificadas garrafas de vinho com valor de varejo próximos a R$ 2 mil sendo enviados de maneira irregular.

Mais de 40 servidores da Receita Federal participaram das operações. Foram contabilizadas apreensões em 16 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás. O nome da operação faz alusão a Dionísio, deus grego do vinho, bem como pelo fato do município de Dionísio Cerqueira (SC) ser um dos pontos de fronteira principais utilizados para a tentativa de ingresso clandestino de vinhos argentinos.

Representantes da Receita Federal estarão disponíveis na Alfândega de Dionísio Cerqueira (SC), das 09 horas às 15 horas, para darem entrevistas individuais sobre a operação. A partir das 16 horas será realizado o encerramento oficial na Área de Controle Integrado com a participação dos órgãos que aturam na Operação Dionísio, com entrevista coletiva.

 

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Pesquisa sugere que tanino, presente no vinho, pode inibir infecção por Covid-19

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Fonte: https://www.idesf.org.br/2021/03/04/rf-realiza-maior-operacao-da-historia-no-combate-a-entrada-irregular-de-vinhos-no-pais/

Pesquisa sugere que tanino, presente no vinho, pode inibir infecção por Covid-19

Pesquisa sugere que tanino, presente no vinho, pode inibir infecção por Covid-19.

Estudo apontou funções de bloqueio de atividades enzimáticas do coronavírus. Mesmo assim, não é possível dizer que tomar vinho ajuda a combater a doença.

Isabella Sander, colaboração para a CNN

Desenvolvido por pesquisadores da China Medical University, de Taiwan, um estudo publicado pela American Journal of Cancer Research em dezembro sugere que o ácido tânico, muito presente no vinho, pode ajudar a reduzir a infecção por Covid-19. A conclusão foi de que o composto tem funções inibidoras duplas de bloqueio de serina proteases virais e celulares críticas para a infecção viral.

A pesquisa verificou a capacidade de seis compostos naturais de inibir a atividade enzimática do vírus Sars-CoV-2, causador do novo coronavírus, e identificou que o tanino pode diminuir em até 90% essa atividade, controlando, assim, sua carga viral.

Mesmo assim, não é possível dizer que tomar vinho ajuda a combater a doença – o estudo ainda não é conclusivo. Verificado que o ácido tânico pode ter efeito sobre o vírus, o próximo passo é descobrir se alimentos com muito tanino, como a uva, o caqui e a romã, de fato podem ser usados no combate à Covid-19. No vinho tinto, os taninos são os principais componentes que afetam a riqueza da textura da bebida.

Além do ácido tânico, foram feitos experimentos com catequina, kaempferol, quercetina, proantocianidina e resveratrol, todas substâncias comprovadamente ativas na supressão da infecções por outros tipos de coronavírus identificados antes da pandemia atual. Dentre os compostos, apenas o tanino demonstrou resposta significativa especificamente para o Sars-CoV-2.

Em abril de 2020, uma nota divulgada pela Federação Espanhola de Enologia provocou polêmica. No texto, a entidade afirmava que “o consumo moderado de vinho, responsável, pode contribuir para uma melhor higiene da cavidade bucal e da faringe, esta última uma zona que abriga os vírus”.

A federação também afirmou que não havia risco de contaminação da bebida por Covid-19, uma vez que “a sobrevivência do vírus no vinho parece impossível”. O comunicado, porém, gerou notícias falsas que apontavam que o vinho tinto combatia o coronavírus, o que ainda não tem comprovação.

O presidente da Associação Brasileira de Enologia, André Gasperin, destaca que o impacto positivo do consumo moderado do vinho no combate a doenças é um tema já recorrente há mais de 20 anos.

Gasperin alerta que, “como tudo na vida”, o excesso é prejudicial – inclusive entre bebidas alcoólicas. O significado de “consumo moderado” varia e depende, por exemplo, do peso da pessoa, segundo o especialista. Em média, aconselha-se a ingestão de uma taça por dia.

Ainda é cedo

A biomédica e sommelier Caroline Dani, que leciona como professora convidada no Programa de Pós Graduação em Farmacologia e Terapêutica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), destaca que este trabalho é um “insight” para uma futura pesquisa experimental ou clínica.

“É uma pesquisa in vitro, ou seja, pegaram o vírus em laboratório e colocaram em contato com esses polifenóis isolados para verificar se eles impedem a entrada do vírus na célula. No futuro, é preciso que haja um estudo em seres humanos, para verificar se esta implicação viral pode amenizar sintomas ou infecção”, pontua.

A profissional pontua que ainda há poucos estudos ligando diretamente o consumo de vinho ou suco de uva à infecção por coronavírus, mas que muitas pesquisas apontam o benefício dos fenóis, que conferem a cor roxa à uva, para a regularização da microbiota intestinal, que regulariza o sistema imune. “Ou seja, ficamos mais fortes para combater os vírus”, explica.

 

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Sal de Vinho

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Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/02/03/pesquisa-sugere-que-tanino-presente-no-vinho-pode-inibir-infeccao-por-covid-19

Sal de vinho

Sal de vinho

Esta é uma boa dica para temperar carnes e diversos outros pratos!
Lenda ou não na região de Bordeaux na França por volta do século 18, o sal era transportado em navios juntamente com outras especiarias a bordo. Um certo dia, após uma tempestade, algumas garrafas de vinho se quebraram e misturaram-se à flor de sal também presente na embarcação. Assim surgiu o sal de vinho!

Como fazer

Ingredientes:
3 xícaras de vinho tinto seco
1 xícara de sal grosso

Modo de fazer:
 – Coloque o vinho em uma panela alta, leve ao fogo médio e deixe ferver até reduzir mexendo com frequência.
– A redução estará pronta quando o vinho estiver viscoso e cobrir bem as costas de uma colher, sem escorrer. Essa etapa leva de 15 a 20 minutos.
– Quando o vinho estiver reduzido você pode desligar o fogo.
– Deixe a redução amornar e acrescente o sal grosso, misture bem até que o sal esteja totalmente tingido, e que o sal tenha absorvido todo o vinho.
– Forre uma forma grande com papel manteiga, cubra com mais uma camada de papel toalha e espalhe o sal. Coloque uma grade sobre a forma, cubra com um pano ou papel toalha (eu usei a grade do forno, assim você não manchará a sua toalha com vinho).
– Deixe o sal desidratando por dois dias, mexendo com frequência e substituindo o papel toalha sempre que ele estiver úmido.
– Essa etapa vai liberar bastante umidade, quando se passarem os dois dias você terá um sal seco e pronto para ser usado em seus pratos.
– Guarde em vidros bem fechados ou coloque em um moedor de sal para finalizar seus pratos.

 

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Como harmonizar vinhos no Natal

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Fonte: https://melepimenta.com/2015/12/sal-de-vinho-para-cozinhar-e-presentear.html

Como harmonizar vinhos no Natal

Como harmonizar vinhos no Natal

O Natal é uma comemoração mágica e muito especial, um momento para pensar nos bons momentos com as pessoas que você ama. Provavelmente você vai fazer aquele jantar incrível com a família e o peru assado pra deixar tudo ainda mais gostoso. Mas claro que o peru não é o único prato que você vai servir. Independente de como será sua ceia de natal, a gente sabe que vai ter vinho. E bastante. Então hoje trouxemos um guia de “Como harmonizar vinhos no Natal”.

Confira quatro regras básicas de como harmonizar vinhos no Natal

Primeira regra: Tanto os vinhos como os pratos tem diferentes intensidades que devem ser equilibradas. Então, para começar identifique essas intensidades e equilibre-as. Ou seja, se você tem um prato suave, busque um vinho leve, ou se pelo contrário, se tem um prato intenso ou muito condimentado, o melhor será buscar um vinho potente. Tanto os vinhos quanto os pratos podem ser divididos em três grupos: leves, médios e potentes.

Segunda regra: Na hora da preparação não abuse do use do condimentos, já que estes tendem a desequilibrar as harmonizações. Por exemplo, o excesso de alho produz uma longa permanência na boca e predomina sobre o vinho, razão pela qual é importante equilibrá-lo dentro do prato.

Terceira regra: Identificar os métodos de cozedura dos alimentos, o que pode adicionar intensidade aos pratos, assim como o uso de molhos. Por exemplo, não é a mesma coisa um peru defumado do que um natural. Ambos possuem diferentes intensidades e se acrescentamos molhos, estamos acrescentando complexidade aos nossos pratos.

Quarta regra: identificar as intensidades dos vinhos. Por exemplo, não é a mesma coisa um vinho sem barril, ou seja, jovem, do que um vinho que passou pelo barril ou mesmo um espumante jovem do que um envelhecido. Em ambos os casos suas intensidades são diferentes.

Neste ponto é necessário uma assessoria para realizar a compra adequada de seus vinhos, o que você pode conseguir em lojas especializadas através de Sommeliers ou assessores de vinho, pessoas que poderão te guiar sobre a intensidade do vinho que buscam.

E então, o que achou das dicas de como hamonizar vinhos no natal? Acha que vai te ajudar na escolha do vinho pra ceia? Corre lá para nossa loja e confira todo o nosso catálogo de vinhos que deixarão a sua ceia mágica!

 

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Vinho rosé e queijo harmonizam?

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Fonte: https://www.bebidasfamosas.com.br/blog/como-harmonizar-vinhos-no-natal/

Vinho rosé e queijo harmonizam?

Vinho rosé e queijo harmonizam?

Apesar dos vinhos brancos tradicionalmente se saírem melhor, o rosé também tem seu espaço

Sal e tanino nem sempre é uma combinação muito agradável, pois torna os sabores amargos. Essa é uma das razões para que os vinhos brancos combinem melhor que os tintos com queijos. Mas se você não quer partir para um branco e também não está inclinado a um tinto, que tal ir para o “meio termo” dos rosés?

Pois um rosado vai se comportar muito bem com uma grande variedade de queijos, sustentando a textura dos mais frescos e equilibrando o sal dos mais curados.

O frescor da acidez dos rosés, assim como o toque de mineralidade de alguns, combinará sobremaneira com queijos de massa mole e também alguns duros, indo do Brie até os Fontina, passando por Gouda, Cheddar e Asiago, entre tantos outros.

A sutileza dos taninos não vai brigar com os mais salgados como os parmesãos, por exemplo, e, de certa forma, ainda pode sustentar os azuis. A gama de combinações (nem sempre perfeitas, mas bastante boas) faz com que os rosés sejam extremamente ecléticos ao lado de uma tábua de queijos.

Sugestão da Overwine

Vinho Rosé Quinta da Folgorosa

Vinho Rosé Quinta da Folgorosa 750ml - Overwine

Um bonito tom rosé pálido e aromas frescos a morangos e outros frutos do bosque fazem deste vinho a companhia perfeita para os nossos melhores momentos.

Comprar Vinho Rosé Quinta da Folgorosa

Marca: Folgorosa
Tipo: Rose
Ano de colheita: 2019
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Castelão
Região: Torres Vedras
Denominação de Origem: Vinho Regional Lisboa
Produtor: Soc. Agr. Quinta da Folgorosa, Lda.
Enólogos: Diogo Pereira e José Melícias
Álcool (%/vol): 13,0
Açucares totais (g/L): 0,6
Clima: Temperado, com influência atlântica moderada
Solos: Argilo-calcários, profundos
Vinificação: Em cubas de aço inoxidável, a temperatura controlada
Estágio: Em depósitos de aço inoxidável
Cor: Rose pálido
Aroma: Morangos e outros frutos do bosque
Sabor: Fresco e equilibrado
Final de boca: Harmonioso e persistente
Temperatura de serviço recomendada (°C): 10
Indicações gastronômicas: Muito bom para acompanhar comida
ou para ser bebido sozinho
Consumo/Longevidade: Agora e durante os próximos 3 anos
Armazenamento Recomendado: Deitado, em ambiente com
luminosidade reduzida, fresco e com estabilidade térmica

 

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Diferença entre enólogo, sommelier e enófilo

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Você sabe o que é um vinho reserva?

VINHO RESERVA

Você sabe o que é um vinho reserva?

É muito comum encontrar esse termo nos rótulos, mas nem todo mundo sabe o que faz com que uma garrafa seja inclusa nessa categoria.
O “reserva” faz parte de uma série de informações que compõem o rótulo das garrafas de vinho. Certamente, está ali por um motivo!

Então o que tem de especial no vinho reserva?

O vinho reserva provavelmente passou por um período de amadurecimento em barris de carvalho.
Então se você conhece o modo de produção dos vinhos, sabe que os barris indicam um processo mais manual e demorado. Ou seja, que precisou de mais atenção! Então as peculiaridades de um vinho reserva não vem apendas desse período de amadurecimento, mas, também têm maior tempo de envelhecimento em suas garrafas.
Sendo assim, ambos os processos fazem com que, de certa forma, os vinhos sejam “amaciado” após todas as etapas da vinificação.
No caso do amadurecimento em barris de carvalho, o tempo serve principalmente para aprimorar os aromas, taninos e sabores da bebida. Além disso, também ajuda a preservar a estrutura e longevidade do vinho, reduzir a acidez e a adstringência.
Para que se enquadre na categoria de Reserva, esse vinho deve estagiar no carvalho por um tempo que varia de país para país. Sendo assim, existe a premissa de que esses vinhos passam por um “tratamento VIP” durante todo. o processo de produção. Assim, você pode esperar que a colheita e seleção de uvas, toda a vinificação, envelhecimento e amadurecimento foram feitos de forma especial, diferente dos demais vinhos.

E por que os vinhos reserva são mais caros?

Segundo o que você leu acima, todo o processo de fabricação de um vinho reserva é diferenciado. Desde a escolha das uvas até o período de envelhecimento e amadurecimento em barris de carvalho, o tratamento especial faz com que o custo de produção seja elevado. Além disso, vale mencionar que os barris de carvalho também são equipamentos com custo elevado e vida útil menor.
Todos esses requisitos fazem com que o custo de fabricação seja maior. Logo, o preço é repassado para a taxa final a ser paga pelo consumidor. Além disso, precisamos incluir no valor os impostos de cada país, seja de venda no comércio ou importação e exportação.
Mas em uma coisa você pode acreditar: caso você goste de saborear vinhos diferentes, vale a pena se aventurar pelo mundo dos vinhos reserva para perceber as diferenças entre as versões comuns da garrafa!
Caso você ainda tenha dúvidas sobre o tema, deixe o seu comentário no espaço abaixo. E se você gostou, compartilhe o conteúdo em redes sociais.
Obrigado e até a próxima!
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O vinho faz bem ao coração? Saiba agora

Saborear uma boa taça de vinho com uma boa companhia e uma comida apetitosa certamente é uma experiência gratificante. Porém, poderia ser ainda melhor se ajudasse a melhorar a saúde, não é mesmo? Neste texto, vamos investigar se a crença popular de que vinho faz bem para o coração é real.

As propriedades do vinho e seus impactos no organismo — especialmente nas doenças cardiovasculares — foram e ainda são alvo de diversos estudos científicos. Por isso, há uma ampla gama de conhecimento para estabelecer uma resposta a este questionamento.

O vinho faz bem para o coração?

O que se sabe sobre a ação do vinho na saúde é que ele pode prevenir doenças cardiovasculares, diminuir a pressão, ajudar a controlar o colesterol e até proteger de alguns tipos de câncer.

A fonte principal de tantos benefícios está em uma molécula chamada resveratrol. O nome pode até parecer complicado em um primeiro momento, mas você vai querer conhecer a fundo as propriedades desse polifenol que já foi tido como milagroso!

Presente na semente da uva, na película de uvas e vinhos tintos, essa substância atua na redução das lipoproteínas de alta densidade (conhecidas como colesterol LDL) e aumenta o colesterol de baixa densidade (colesterol HDL).

Por isso, impede a formação de placas de gordura nas artérias e vasos sanguíneos, e melhora a elasticidade das veias e a circulação. Dessa forma, evita infartos, entupimento das artérias e outras doenças graves relacionadas ao coração.

Segundo uma pesquisa da Queen Mary University of London publicada na revista Nature, o vinho tinto também consegue reduzir a síntese de Endothelyn 1 (também conhecido como E-1), um peptídeo vasoativo que é crucial para o desenvolvimento de aterosclerose coronária.

Quando ingeridas diariamente, pequenas quantidades de vinho tinto também têm impactos positivos na saúde. A American Heart Association descobriu que esse hábito pode reduzir em até 30% o risco de infarto e em até 40% a possibilidade de desenvolvimento de diabetes.

O vinho pode retardar o envelhecimento?

O resveratrol é um antioxidante poderoso e também atua evitando o envelhecimento precoce. Por isso, o consumo moderado de vinho é indicado como uma das formas de prolongar a juventude. Porém, apesar de já haver estudos analisando a ação da molécula em animais, ainda faltam informações científicas sobre a ação da substância no envelhecimento humano.

O que se sabe é que as populações que vivem em áreas produtoras de vinho têm expectativas de vida maiores do que a população em geral, podendo variar até 45%. Diversos estudos com metodologias diferentes já comprovaram essa tendência.

Já os polifenóis do vinho — como a catequina e o ácido gálico — combatem os radicais livres e retardam o envelhecimento em razão da sua ação antioxidante, além de trazerem benefícios como:

  • melhorar a atenção;
  • melhorar a comunicação durante o envelhecimento;
  • acalmar e reduzir a agitação;
  • reduzir a incidência de incontinência urinária.

Quais os melhores vinhos para proteger o coração?

O vinho branco possui uma boa quantidade de antioxidantes, mas o vinho tinto se destaca no quesito benefícios à saúde, devido à maior concentração de resveratrol nas uvas utilizadas na bebida.

É importante ressaltar que os benefícios são diferentes conforme a qualidade ou variedade do vinho. Por exemplo, opções com açúcar adicionado e de baixa qualidade não impactam positivamente o organismo, já que o açúcar é uma substância prejudicial à saúde. Ou seja: escolher bons rótulos faz toda a diferença.

Qual é a importância de fazer o consumo moderado?

Embora já esteja comprovado que o vinho tinto realmente faz bem à saúde, todos os pesquisadores ressaltam que o consumo deve ser moderado. Porém, não há uma quantidade estabelecida para aproveitar os benefícios: algo em torno de uma taça por dia para mulheres e duas para homens parece o ideal.

Além disso, o consumo regular parece fazer diferença. Em entrevista à CNN, o pesquisador da Universidade de Harvard Eric Ramm avisa que ingerir uma garrafa inteira de vinho em um sábado à noite não tem os mesmos efeitos de beber pequenas quantidades diariamente.

Os apreciadores de um bom vinho certamente ficam contentes ao averiguar que a bebida tem tantas propriedades benéficas ao organismo. Todavia, é preciso ficar atento, já que ingerir boas variedades da bebida em quantidades pequenas todos os dias parece fazer a diferença para aproveitar os benefícios.

Confira os Benefícios! 

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